domingo, 4 de novembro de 2007

“Só deixarei de te amar quando um pintor pintar o som de uma lágrima a cair.”

Hum...esta é uma recordação que não podia deixar de partilhar. Não sei precisar quando a escrevi mas não é importante. Dedico-a a DR, pelos vários motivos. Alguém que está longe, mas que me marcou:
“Por que será que não consigo tirar-te da cabeça? Aquilo que já vivemos, que parece uma vida, embora seja apenas um pequeno período de tempo. Parece que já te conheço desde pequeno. As tuas brincadeiras, as tuas dificuldades, os teus sonhos, os teus medos, os teus defeitos… é incrível como apareceste na minha vida. Como a mudaste. Como as coisas eram e como agora o são. Chegaste de mansinho, eu não liguei. Mostraste o que tinhas dentro de ti, eu acreditei. Sempre sonhei que quando encontrasse, seria para sempre. Talvez. Mas tu apareceste e deixaste marca. Ensinaste-me a amar, a acreditar em mim e a conseguir passar por cima dos problemas e olhar em frente. Muitas vezes, quis desistir, mas tu nunca o permitiste. Mostraste-me que realmente havia alguém que me amava de verdade (coisa que eu nunca acreditei), em segredo, sem ninguém saber. Um amor que escondias com alguma dificuldade, pois era forte demais para o poderes apertar contra ti e mantê-lo dentro do teu coração. Mas tiveste de mostrá-lo e gritaste para quem quisesse ouvir que amavas alguém. Eu ouvi. Sabia que era eu. Segui em frente e hoje estou aqui. Neste momento sozinha, mas o meu pensamento está em ti. Simplesmente porque não consigo tirá-lo de lá.
Fiz muitas asneiras, as quais recordo, com certa tristeza. No entanto, o teu amor foi sempre mais forte que tudo e nunca desististes. Obrigada por teres acreditado que eu um dia conseguiria. Obrigada pelo teu amor, pelo teu carinho, pela tua atenção. (...) Tens – me ajudado muito, pois eu continuo sem perceber o que se passa com uma outra das minhas estrelas.
Por fora, pequeno, mas olhando para os teus olhos, vê-se a tua grandeza, o teu coração verdadeiro. O coração que eu sem querer conquistei. Mas estou feliz. Porque tu estás comigo. (...) Talvez porque te amo. Amo-te mesmo muito e repetirei isto ao mundo, as vezes que forem necessárias.”
Uns tempos depois, ao reler este texto, acrescentei no fim: "Uma certeza incerta. Um passado já distante. Uma boa amizade substituída por um amor descoincidente. Bons tempos, aprendi muito mesmo contigo."
Bem, só me resta acrescentar que foi uma fase espectacular da minha vida. E hoje quando olho para trás, sinto que aquilo que aconteceu de bom superou aquilo que nos magoou e entristeceu. E por isso hoje permanecemos amigos. Longe, mas lembramo-nos um do outro quando é preciso :)

1 comentário:

PAIXÃO disse...

Olá, desculpa copiar seu post, mas ao ler parecia minhas palavras, expressa o que estou sentindo. Irei postar em meu blog: http://srpapaixonado.blogspot.com.
Desculpa pela cópia. Irei colocar os créditos.